Cemitério clandestino

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Artigo submetido por um leitor do Livres Pensadores.


 

 

Solo que me serve
à margem dos que creem.

Tu não sabes que me despi.

Torno ao cosmo que me era
– que sempre tem sido –
sem a quimera que mal te atribuem,
sem o sonho da alma que me querem.

 

Postado por Perce Polegatto

 

http://www.percepolegatto.com.br/2013/07/28/cemiterio-clandestino/

 


Artigo submetido por um leitor do Livres Pensadores.

 

Cemitério clandestino, 9.5 out of 10 based on 2 ratings

Autor(es):

Perce Polegatto

Nascido em Ribeirão Preto, SP. Publicou seu primeiro livro em 1985, “A canção de pedra”, que traz alguns de seus primeiros trabalhos, ainda sob forte influência do romantismo tardio de autores alemães e franceses. A metalinguagem, a busca da identidade humana e o questionamento existencial são algumas das principais marcas de seus textos. É autor de “A conspiração dos felizes”, “A seta de Verena”, “Lisette Maris em seu endereço de inverno” e “Os últimos dias de agosto”, romance recentemente reeditado pela All Print Editora, São Paulo.

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