Curiosidade, episódio 1 – Deus criou o universo?

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Segundo o site do Discovery Channel Brasil:

Stephen Hawking revela sua visão pessoal e convincente sobre a maior dúvida da humanidade – quem ou o quê criou o universo em que vivemos?

A série O Universo de Stephen Hawking recorreu a avançadas técnicas de computação gráfica para encenar a visão de mundo única e incisiva de Hawking. Agora, damos um passo à frente nesta jornada, usando a Física e a Cosmologia como ferramentas para responder às perguntas que inquietaram os filósofos não conseguiram durante centenas de anos.

Este documentário, em minha opinião, não é só um tapa na cara dos teístas: é também a palavra final, cientificamente falando, sobre a impossibilidade da existência de um deus que teria criado tudo.

Eu expliquei sobre este documentário no artigo “Porque a existência um deus é uma impossibilidade”.

Assista ao documentário abaixo. Avisando: tem 41 minutos e 33 segundos.

[vimeo clip_id=”27725604″ width=”600″]

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Autor(es):

Mário César

Sou formado em Engenharia de Software e QUASE em Ciência da Computação (não concluí). Pretendo, agora, fazer astronomia na USP assim que possível para, depois, me especializar em astrobiologia. Sou um apaixonado pela ciências em geral e gosto muito de investigar alegações extraordinárias (como a ufologia, por exemplo).

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20 Comments

  1. Fantástico! É tudo o que posso dizer sobre o vídeo.

    Muito obrigada por postar.

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    • Opa, nem precisa agradecer, Rosana! Eu também ADOREI o documentário! E acho que docs assim deveriam ser acessíveis A TODOS, constitucionalmente! 😀

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      • Concordo com você! O que eu lamento é que este tipo de conteúdo geralmente chama a atenção apenas de quem já tem um perfil cético e/ou de interesse científico.

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        • Isso lá é verdade… :/

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  2. Esse vídeo não está completo. O do youtube é dublado e está, então, acessa lá: http://youtu.be/EFsKdhhz0L0

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    • Opa, valeu, cara. Mas no Youtube, infelizmente, não dá. Ali é bom pra vlogs, etc, mas pra colocar esse tipo de conteúdo não rola.

      Porque, em menos de 2 meses, isto terá sido excluído, por causa dos malditos direitos autorais… :/

      No Vimeo isso fica mais tranquilo. Saca?

      Mas assim… Baixei duas séries e vou subir hoje pro Vimeo pra postar aqui. E prometo que, assim que der, procuro esse episódio, baixo, subo pra lá e atualizo aqui também. 😉

      Abraços!

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  3. Alguma coisa há(existe), logo o nada absoluto não há(não existe).Não podemos afirmar que o nada existe, pois a sua afirmação é a afirmação de que alguma coisa há(existe). Portanto, a existência de alguma coisa, de pelo menos uma coisa já exclui o nada absoluto e,ainda,contradiz o próprio nada.
    O nada não existe, e por não existir, nada pode e nada é e nem sequer pode ser pensado. Esse é o entendimento do nada.
    Quando digo que algo não existe, apenas estou negando a existência de algo anteriormente dado como existente, visto que não há uma negação absoluta e nem uma impossibilidade absoluta. Logo,as afirmações e as possibilidade são absolutas e as negações e as impossibilidade são relativas.
    Portanto, a afirmação de que “alguma coisa há(existe)” é mostrada de maneira indubitável e necessária, absolutamente necessária, assim como é mostrado o absurdo da existência do nada, já que, nesse contexto, já seria alguma coisa.
    CONCLUSÃO: SÓ HÁ O EXISTIR E APENAS O EXISTIR.

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    • Fernando, teu comentário tá difícil de entender, tá meio esquizofrênico.

      Mas permita-me te fazer uma pergunta: se você pegar uma câmara de vácuo e tirar TODA a matéria ali de dentro (gazes, partículas sub atômicas, etc), o que sobra? O que é o vácuo absoluto? Não é o nada? 🙂

      Pois é. O ponto é que este “nada” cria e destrói partículas subatômicas o tempo todo! E há formas de ativá-lo, de forma que estas partículas não sejam destruídas. Isto é: poderíamos criar matéria ou energia do nada (do vácuo absoluto). 🙂

      Abraços!

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      • Mario Cesar, do seu comentario=

        O ponto é que este “nada” cria e destrói partículas subatômicas o tempo todo! E há formas de ativá-lo, de forma que estas partículas não sejam destruídas. Isto é: poderíamos criar matéria ou energia do nada (do vácuo absoluto).

        E que tenho outra questao, como seria esta ativacao que voce menciona?

        Sou aficcionado por documentarios cientificos e para esta questao nao encontrei ainda uma resposta.

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        • Cara, eu não sei exatamente, não sou físico. Mas, pelo que já li, ele seria ativado nas imediações de uma estrela de nêutrons.

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  4. O vácuo absoluto não é o nada, mas alguma coisa que existe.
    Logo, alguma coisa existe, a saber o vácuo absoluto que você chama de nada, mas que na verdade é algo.

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    • Unicornios existem! Assim como tb todos os deuses gregos, dizer que não existem é , nesse pensamento erro pois se não existissem eu nem poderia mencioná-los. O que esta acontecendo aqui é um erro linguistico, o conceito do nada, o conceito da nao existencia de um deus, esses conceitos existem, caso contrario seria impossivel falar sobre o assunto. Argumento horrivel desse Fernando. Bom, ja fui teista, alias pastor, a gente vai complicando tanto o sistema que chega um ponto que ele fica insuportavel, hoje sou ateu.

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  5. O vácuo absoluto ou nada relativo apenas denota a ausência de algo que, de certo modo, deveria estar alí, mas não estava.
    O nada é a pura e absoluta negação do existir de qualquer coisa, ou seja, o não existir absoluto, que por sí só, não existe, pois do contrário seria algo que existe e já não seria mais o nada, mas algo.
    Há uma grande diferença entre o vácuo absoluto que, por existir, tudo pode, inclusive torna-se num universo e do NADA que, por entendimento claro e distinto, não existe e, assim, nada pode e nada é

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  6. Gostei muito do documentario e achei muito esclarecedor. Acredito na ciencia, mas continuo com uma duvida, foi provado cientificamente que a simples observacao humana interfere na materia, ou seja um eletron se comporta de uma forma quando nao observamos, e de outra quando observamos. Como SH explicaria isto? O que e a mente humana? Talvez quando enterdermos este conceito, entenderemos o que deu inicio ao Big Bang. Por favor me digam o que acham disto!

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    • Simplificadamente falando, de acordo com a interpretação de Copenhagen, as partículas existem sob a forma de onda. Para explicar os choques e colisões, dizemos que quando essas ondas se sobrepoem, colapsam em partículas, interagem, e depois voltam a ser ondas. Como a única forma de detectarmos partículas atômicas é jogando partícula contra partícula, não temos como observar essas ondas sem interferir em suas vidas, fazendo-as colapsar. Mesmo que conseguíssemos observá-las diretamente, a luz que usamos para ver também são ondas/partículas, que interagem com aquilo que queremos observar. Não é uma dificuldade tecnológica, medir necessariamente interfere. Essa história da observação tem sido alvo de interpretações erradas em pseudociências, como pessoas dizendo que o mero ato de existir naquele local, ou pelo experimentador possuir uma consciência, alteraria o resultado do experimento. Isso tem levado a especulações como a consciência quântica, por exemplo.

      A mente humana não é objeto de estudo da física, mas pra mim, assim como acredito, para qualquer cientista sério, é o resultado final de uma maquinaria e um circuito elétrico extremamente complexo. Assim como quem olha por dentro a maquinaria de um relógio gigantesco só vê rodas dentadas e polias e não imagina o que aquilo faz, é impossível entender o funcionamento do cérebro em suas partes menores.

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  7. Fala Mário!

    Gostei muito do documentário, obrigado por tê-lo indicado. Comentários: não concordo que os argumentos que o Hawking apresentou provem que não exista um deus, mas certamente fornecem indícios muito fortes de que não há necessidade de existir um criador (mas ainda sim poderia existir um deus que não tenha criado o universo). Só pra esclarecer pra quem não me conhece: sou ateu e não acredito em Deus portanto, mas só estou emitindo uma opinião cética.

    Mas pra nossa “infelicidade” (mentira, eu fico feliz com essa notícia), estão rolando umas discussões sobre a variação espacial e temporal da constante de estrutura fina (uma constante muito fundamental). Uma das implicações disso poderia ser que as leis da física não são tão invariantes como parecem (ou então o universo é na verdade infinito). Acho todas essas possibilidades fascinantes, e só o tempo dirá qual é a correta.

    Abraços.

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    • Então, Guilherme, é aquela coisa: há como provar que a vida na Terra se iniciou da forma X ou Y? Claro que não, há menos que voltemos no tempo para verificar isto. Maaas…. Basta termos um modelo que funcione, que possa ser replicado em laboratório e acabou.

      Até porque aí entra a boa e velha Navalha de Occam: o que é mais fácil, ter iniciado assim, como já pudemos até replicar, ou através de um “deus criador e todo poderoso”? 😉

      Saca?

      Quer dizer, tendo uma forma do universo ter surgido sem a necessidade de um deus que acaba esta discussão. Esta é SEMPRE a opção mais simples, até porque nunca foi provado que tal criador existe. 😉

      E sobre estas novidades, depois quero saber mais! 😀

      Abraços!

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  8. algumas pessoas estão comentando sobre o NADA ter criado TUDO eu gostaria de sugerir outro video que eu tenho postado em meu blog que complementa essa informação :
    http://ateumoral.blogspot.com/2011/04/e-o-universo-se-formou-partir-do-nada.html

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  9. a mera supre midade e incógnita nada e único universo e extremo e infinito.

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  10. Cara….sou fã nº 1 do autor desse documentário…
    Não precisa ser nenhum gênio….basta ser um pouquinho só racional
    para perceber que a existencia de um criador é uma farsa.
    Não é por acaso que Galileu Galilei foi condenado à prisão por mais de 300
    anos….Somente porque a igreja temeu que a verdade dele fosse aceita.

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