A janela que pobre figura,
Tão desbotada sem pintura
Mas se serve de consolo muitas figuras a viram
Mulheres e homens pra ela sorriram
Bem do alto uma bela paisagem vislumbra
Pena que hoje é refugada por todos
Sem valor nenhum até da desgosto
Pra quem hoje olha essa velha janela
Nem imagina quantas histórias guarda
Nesse pedaço de madeira mofada
O tempo passou depressa
Mas só se interessa
A quem por ela foi amada
Autor: Gregori Fiorini