Resenha Scientific #2: Março de 2015

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Oi você que sabe a razão do dia 8 de Março e não ficou dando florzinha, cheapest queridos leitores! Eu primeiramente gostaria de agradecer a todas as visualizações da resenha anterior e, também, pelas mensagens de apoio que recebi em vários grupos. Foi determinante para que eu escrevesse essa. Obrigada mesmo, viu?

Neste mês de Março, a edição 154 da Scientific American traz na capa A mente intrigante do nosso primo Neandertal. Esse artigo de capa visa desconstruir a ideia de que esta espécie foi extinta pela diminuta inteligência e criatividade. A revista é encontrada em todo o Brasil e custa R$ 12,90.

 

Avanços: Hadrossauro era tão formidável quanto o T. Rex – Página 11

O hadrossauro, o dinossauro com bico de pato e sem chifres, era visto como um grande ‘bobalhão’ quando comparado ao temível Tiranossauro Rex. Era. Pesquisas recentes moldam um hadrossauro com mais habilidade de locomoção e muitas outras vantagens mostrando que em uma corrida, por exemplo, ele ganharia – com uma boa vantagem – do T. Rex.

Avanços: Alerta antecipado – página 13

A empresa californiana Neurotrack está desenvolvendo uma forma de diagnóstico do Alzheimer, doença neural degenerativa. Segundo os pesquisadores da empresa, macacos quando expostos a duas imagens – uma inédita e outra família – tendem a fixar melhor a imagem inédita. Porém, quando o hipocampo está danificado, a imagem inédita deixa de ser preferência. O mesmo acontece com o Alzheimer e cientistas ao redor do mundo já classificam o exame como inovador, torcendo por novas descobertas.

Fórum: desativando uma bomba biológica – página 16

Em outubro de 2014, a Casa Branca cortou provisoriamente o financiamento de pesquisas usando os chamados patógenos com potencial pandêmico (PPP). A razão foi o grande número de acidentes nos laboratórios federais, mostrando que nem mesmo os espaços mais sofisticados estão seguros de acidentes que comprometem a saúde dos pesquisadores e até mesmo a do resto do mundo.

Artigo de capa: Mentes neandertais – página 26

Por muito tempo, os neandertais eram visto como uma espécie cognitivamente inferior a nossa. Algumas características como a cabeça achatada e crânio pequeno, um jeito meio desengonçado e outras coisas fizeram que os nossos primos fossem alvos de chacota no mundo científico. Porém, novas pesquisas tem revelado o mundo interessante e nada ‘burro’ dos neandertais, dando grandes pistas sobre a evolução humana.

É possível minerar um buraco negro? – Página 35

Se a Terra conseguir sobreviver a uma vida sem o Sol, a nossa futura civilização terá que se preocupar em como obter energia. E sem recursos naturais, a única saída serão os buracos negros, coisas que ainda permanecem um mistério para nós. Para poder minerar um buraco negro, os humanos do futuro terão que fazer algumas ‘ferramentas’, como um elevador espacial que desafie as leis da Física.

Relógios internos – página 41

Em nosso corpo, temos um relógio mestre no cérebro que trabalha minuciosamente sincronizado com vários relógios localizados em órgãos como o fígado e o pâncreas. Se esses relógios forem perturbados por fatores como má alimentação e noites mal dormidas, problemas em massa podem ser desencadeados como depressão, diabetes e obesidade. Esses relógios internos são genes específicos dos órgãos e o primeiro foi isolado da famosa mosca-das-frutas em 1984

Um quebra cabeça para o planeta – página 47

O grande desafio para o mundo inteiro é resolver o problema da falta de água que realiza uma reação em cadeia: praticamente tudo gira em torno do elemento. Depois do maior apagão do mundo, onde 620 milhões de pessoas ficaram sem energia elétrica por conta da sobrecarga de produção de alimentos por falta de água, é hora de repensar e de repensar já. A grande chave pode estar na redução de desperdício de alimentos e na produção de algas ao lado de usinas de energia. Ideias que podem aumentar muito o tempo de vida do planeta.

Egito, exemplo que deve ser evitado – página 53

Em apenas 6 mil anos, o número de mamíferos no Egito desabou e o motivo foi o clima. E a arte egípcia aliada com registros fósseis estão ajudando os cientistas a entender como esse processo foi feito em um espaço de tempo tão curto.

Andorinhas de Fukushima – página 60

Há quatro anos, um reator derreteu em Fukushima deixando a região a mercê da radiação. Desde o acidente em Chernobyl , em 1986, cientistas não sabiam muita coisa sobre como organismos se comportavam com a radiação – alguns até acharam que fauna e flora estivessem se comportando muito bem após o acidente. Agora, as andorinhas de Fukushima estão dando outras respostas aos cientistas. Respostas que só estamos começando a ver  agora, mas que são a premonição de desastres ainda maiores.

Tratamento da depressão na fonte – página 68

Uma paciente de meia-idade, portadora de depressão grave, disse que de repente se sentia calma após uma estimulação elétrica em uma parte profunda e específica do seu cérebro. A ideia de pesquisadores é implantar eletrodos nas profundezas do cérebro, técnica que já é amplamente usada em pacientes com Alzheimer. Com um conhecimento maior sobre os circuitos específicos do cérebro que estão ligadas a depressão, o tratamento de casos severos pode ter grandes avanços.

Basta adicionar memória – página 75

Já ouviu falar da memcomputação? É uma verdadeira revolução na área da tecnologia, que pretende criar componentes eletrônicos semelhantes a neurônios humanos. Dessa forma, os computadores do futuro serão mais rápidos e inteligentes, além de eficiência absurda e novas tendências de arquitetura computacional.

No Céu do mês, o equinócio de outono ocorrerá no dia 20 (sexta-feira).

 

Bom, that´s all folks! Espero que tenham gostado e até o próximo mês!

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