Resenha Scientific #5: Junho de 2015

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Oi, viagra 100mg você que começou a estudar para o período da faculdade só agora, queridos leitores!

Desculpa pela demora da resenha desse mês, mas eu ainda não tenho uma assinatura (:( ). A edição desse mês demorou a chegar por aqui, mas, o importante é que a resenha saiu! E tenho que dizer a revista de Junho tem novidades: o assunto de capa, Devastação volta a crescer na Amazônia, é abordado pelo brilhante Rafael Garcia, divulgador científico e colunista da Folha de São Paulo. Fazendo companhia para o Céu do Mês, agora teremos o Mensageiro Sideral, coluna do divulgador Salvador Nogueira, também da Folha de São Paulo.

No mais, Mauricio Tuffani é o novo editor chefe, substituindo o querido Ulisses Capozzoli.

A revista é vendida em todo o Brasil e custa R$ 12,90.

Fórum – Razões para ir a Europa (página 15)

De todas as possibilidades já levantadas posteriormente pelo mundo da ciência sobre vida extraterrestre, a lua Europa é, neste momento, o candidato mais apto para esta possibilidade.  Pesquisas incluindo o envio de sondas no fim da década de 90, além das feitas hoje em dia, mostram que a lua de Júpiter tem um oceano coberto por uma fina camada de gelo que é quebrado regularmente pelas marés do oceano, fazendo com que a água das profundezas deixe marcas de composição química na superfície.

Observatório – Gravitação Massiva? (página 19)

Durante o seminário Hot Topics in Morden Cosmology, realizado no Centro de Estudos Científicos de Cargèse, na Córsega, um dos assuntos levantados foi a estranha ideia de que o gráviton, partícula medidora da interação da gravidade, tenha uma massa. Exatamente isso que você leu, uma massa. Essa hipótese altera o entendimento de que o gráviton, assim como o fóton, tenha uma interação eletromagnética de alcance infinito, anulando a sua massa.

Artigo de capa – A volta do desmatamento na Amazônia (página 27)

De 2009 a 2012, o desmatamento da Amazônia conseguiu alcançar níveis baixíssimos – 4.571 km2 de floresta derrubadas – e falar desmatamento zero já não era algo tão utópico. Porém, a partir de 2013, o desmatamento voltou a subir e tingir níveis até três vezes maiores que antes, denunciando que algo de errado – e muito errado – aconteceu. Como níveis que tinham tudo para não voltarem a subir, simplesmente, alcançaram medidas catastróficas?

Comunicação celular (página 32)

As junções comunicantes ou junções gap das células nunca pareceram tão intrigantes. Através das junções, as células conseguem ‘conversar’, trocar informações diversas e realizar movimentos sincronizados. Se, por acaso, essas junções são desfeitas, acarretam em problemas graves como as relacionadas ao coração e até surdez. Essas quebras de junções podem ser feitas por genes que codificam as proteínas das junções quando sofrem algum tipo de mutação.

Ascensão dos tiranossauros (página 41)

Os tiranossauros sempre foram vistos de uma forma respeitosa e majestosa pela comunidade científica e pelos amantes dos dinos. Porém, descobertas recentes de fósseis mostraram que a linhagem dos tiranossauros é muito maior que se esperava, com outros tiranossauros anatomicamente bizarros e de linhagem evolutiva muito humilde e simples. Não muito antigamente, cientistas já sabiam que poderia existir outros enormes tiranossauros e os achados recentes estão indo muito além de suas expectativas.

A cola que nos une (página 48)

Prótons e nêutrons são formados por quarks que, por sua vez, são mantidas juntas por partículas chamadas de glúons, a ‘cola’ das partículas. Entretendo, por mais que a ciência tenha avançado, ainda não está totalmente claro como quarks e glúons, por exemplo, conseguem formar a massa dos prótons e nêutrons. Pesquisadores pretendem, futuramente, realizar pesquisas a fim de ampliar o conhecimento acerca do assunto e desvendar outros mistérios.

Nova pista para o Alzheimer (página 57)

26 famílias colombianas, moradoras da cidade de Medellín, são portadoras de uma forma rara da doença de Alzheimer. Essas famílias tornaram-se um grande foco de pesquisas sobre novos medicamentos contra a doença. Todas essas pessoas estão sendo medicadas com drogas experimentais em uma espécie de ensaio clínico, cerca de 15 anos antes do início da doença. A jogada dos pesquisadores é iniciar o tratamento antes de um diagnóstico de Alzheimer, com o intuito de provocar uma revolução na produção de novos medicamentos.

Em busca de uma nova máquina (página 65)

A computação está em meio a uma crise: em pouco tempo, não será mais possível dobrar a cada dois anos o número de transmissores em chips, a chamada Lei de Moore. Agora, as grandes fabricantes da computação estão gastando bilhões em pesquisas de substituição do silício por outro material, além de novas arquiteturas de computação.

Ondas de destruição (página 71)

O gelo marinho está derretendo rápido demais, dando espaço para que as ondas marinhas sejam perigosas. Essas ondas estão muito mais gigantescas que o normal, fazendo com que se forme mais mar aberto e provocando a quebra de mais gelo marinho. Dessa forma, as ondas se tonam grandes preocupações para a questão de segurança de lugares ao redor dos mares.

Olhar noturno (página 76)

A observação noturna está ganhando uma releitura: o novo sensor do satélite Day Night Band tem a incrível capacidade de detectar fraquíssimas luzes na Terra e ajudado no trabalho de bombeiros, meteorologistas e outros pesquisadores. Assim, é mais fácil encontrar um navio à deriva no mar, um foco de incêndio e até furacões durante a noite.

No Céu do mês, todos os planetas visíveis a olho nu, com exceção de Marte, estão com ótima posição em junho.

É claro que na revista tem muitas outras coisas. Não deixe de adquiri a sua 😉

Até o próximo mês! :*

 

 

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