Sobre a origem das coisas

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Autor: Jeronimo Freitas

big_bang Para muitos teístas, viagra approved o fato de os céticos acharem que o universo e a vida surgiram ao acaso é ridículo. Todavia, para esses, a crença em que eles foram criados por um ser sobrenatural não tem nada de ridícula. Curioso, isso, não? Eles creem que foram criados por um ser ou uma entidade; não por uma força, já que uma força não dispõe de inteligência.

Ninguém ora para uma força. As pessoas oram para algum tipo de inteligência por parte da qual se espera ser ouvido. Esse antigo conflito de visões acaba remetendo à já tão explorada analogia do relojoeiro. Vamos analisar esse argumento criacionista?

Quando olhamos para um relógio (uma estrutura complexa) com todas as suas catracas, molas e parafusos minúsculos, tudo organizado de forma a nos indicar as horas, minutos e segundos com uma precisão impressionante, a inferência a que muitos são espontaneamente impelidos parece óbvia e inevitável:

Uma máquina assim, tão complexa, não poderia ser obra do acaso; deve ter havido alguém (um relojoeiro) que a projetou e construiu.

Fica claro que esse relojoeiro que criou tão complexa obra, tenha de ser dotado de inteligência, visto que foi capaz de conceber e produzir algo de tamanha engenhosidade. Logo o relojoeiro, por ser inteligente, é obrigatoriamente mais complexo do que o relógio. Essa conclusão é bastante óbvia.

Partindo dessa premissa observamos o universo e suas centenas de trilhões de corpos distribuídos em pelo menos cem bilhões de galáxias, com buracos negros, supernovas, quasares, satélites, planetas, cometas, meteoros, todos com suas órbitas e sujeição às leis físicas que os governam, compõem uma estrutura muito mais complexa que de um relógio. Sendo assim, se achamos óbvio que um relógio, por ser complexo tenha que ser obra de um ser inteligente, parece também óbvio que universo, muito mais complexo que um relógio, seja obra de um projetista inteligente. O universo deve ter também o seu “relojoeiro”, concluí-se então.

O problema é que quem raciocina dessa forma tem de aceitar de antemão a validade da regra: tudo o que é complexo tem de ser obra de algo ainda mais complexo.

Por esse prisma, o universo teria de ter sido criado por algo ainda mais complexo do que ele próprio, e tal raciocínio também redundaria numa redução infinita. Se alguém acredita que um deus criou o universo, tal ente divino teria de ser, necessariamente, mais complexo do que sua própria criação (o universo) e, por força de regra, algo tão complexo (Deus) não seria obra do acaso, teria que ter sido criado por uma inteligência ainda maior. Portanto, algo ainda mais complexo e inteligente do que o deus criador teria de tê-lo criado, e assim sucessivamente, ad infinitum.

Logo, não seria absurdo algum indagar: quem criou deus? Se a resposta for ninguém o criou, das duas, uma: ou deus sempre existiu  ou ele criou a si mesmo.

Essa resposta nos leva a uma inesquivável implicação: o mesmo poderia ser dito sobre o universo. Tal como vale para deus podemos dizer que, ou o universo sempre existiu ou ele criou a si mesmo. É uma conclusão evidente, pois se a regra vale  para um, ela deve também valer para outro.

Já o ceticismo não se bitola numa regra tão dogmática. Ele procura deixar seu pensamento livre e apoiar-se em evidências sólidas, em outras linhas de racionalização. Nos baseamos particularmente no que a ciência tem a dizer sobre a questão, pois a compreensão do universo é de responsabilidade da ciência. O conhecimento científico, em seu estágio atual, já nos permite propor algumas possíveis explicações sobre como o universo poderia ter surgido, sem a necessidade de ter de recorrer à magia ou a um desenhista inteligente. Nesse sentido, cientistas como Stephen Hawking, por exemplo, já apresentaram suas propostas sobre “como o universo poderia ter surgido do nada”. E, o fato é que tais ideias científicas sobre a origem do cosmos (que muitos teístas acham ridículas, mesmo sem as terem lido), ainda que não sejam a prova definitiva de como tudo surgiu, fazem muito mais sentido, são muito mais coerentes e embasadas por evidências, do que a “explicação”, sem base em nenhuma evidência, de que tudo é obra de um ser sobrenatural, que nunca aparece, nunca se vê, sempre existiu, que criou a si mesmo, que escuta as preces de todas as pessoas, é onisciente, opera milagres e criou os seres vivos, incutindo nos seres humanos uma alma imortal.

No tocante aos seres vivos, a mesma linha de raciocínio criacionista que leva à conclusão de que algo complexo e inteligente teria de ser criado por algo ainda mais complexo e inteligente acaba colidindo com uma das teorias científicas mais solidamente endossadas de nosso tempo: a teoria da evolução. Isto porque milhares de evidências, centenas de observações e dezenas de experimentos mostram que, quanto mais retroagimos na linha do tempo, mais nos deparamos com estruturas menos complexas. Basta observamos o registro fóssil para constatarmos que as camadas mais profundas do solo abrigam fósseis dos seres mais primitivos. Vemos igualmente que as formas de vida mais complexas encontram-se nas camadas superiores da estratificação (um dado que, a propósito, enfurece os criacionistas). Por isso mesmo, jamais encontraram o fóssil de um coelho numa estratificação do período pré-cambriano, ou fósseis de leões depositados na mesma camada em que se acham trilobitas.

A verdade é que o que ocorre é justamento o oposto do que pensam os criacionistas. A complexidade que vemos hoje não foi criada já complexa por algo ainda mais complexo, ela é a evolução de organismos mais primitivos. O mesmo se dá para o universo. Ele é hoje muito mais complexo do que quando começou. Esses são fatos que, ao contrários dos dogmas criacionistas, podem ser OBSERVADOS POR QUALQUER PESSOA independente dela ser religiosa ou não.

 

Com efeito, graças a telescópios como o Hubble, foi possível calcular o ritmo de expansão do universo e elaborar modelos matemáticos para regredi-lo até cerca de 15 bilhões de anos atrás. O Grande Colisor de Hádrons europeu conseguiu criar alguns nonogramas de antimatéria, além de ter contribuído para o cálculo da massa dos buracos negros (o acelerador de partículas criou inclusive um nanoburaco que durou alguns nanossegundos). Como se sabe, a fissão nuclear gera uma gigantesca quantidade de energia (a bomba atômica é a prova), de modo que o que resta agora é demonstrar o inverso. A criação da matéria a partir de energia.  Seria a inversão da equação 4/2 = 2 (matéria quebrada gera energia), para 2 x 2 = 4, (energia fundida gera matéria). Isso sendo comprovado, torna-se-a plausível postular a energia como sendo aquilo que sempre existiu (o default). Muita gente, inclusive eu, pensava que o default era o vácuo; porém, as pesquisas atuais parecem apontar para a energia.

Para muitos teístas no entanto, tudo isso não passa de um monte de propostas “absurdas” sobre a origem do universo ou (no caso da evolução) sobre como os humanos surgiram sobre a face da Terra. Curiosamente, para essas mesmas pessoas, soa como uma ideia muito mais plausível acreditar que um deus, puff, criou o universo, puff, criou o homem, puff, criou a mulher. Essa visão das coisas, que não se baseia em nenhuma evidência mas apenas na fé, é o que impede que os fundamentalistas religiosos aceitem o fato de que o homem é fruto da evolução.

É justo reconhecer que hajam teístas que não tomam a Bíblia ao pé da letra e aceitam o fato da evolução das espécies — estes apenas entendem que deus criou a vida e o universo, e a evolução biológica, para eles, faz parte dos desígnios divinos. Para o cético, todavia, também a postura deste segundo grupo traz à tona alguns questionamentos: porque ele faria isso? Para não se sentir só em sua singular existência? Para arrumar uma distração? Para que criar o mundo e a vida que nele há?

Por fim, eu gostaria de esclarecer dois pontos. Não estou aqui ávido por converter as pessoas (ou desconvertê-las, como me parece mais apropriado). Minha intenção foi argumentar contra algumas crenças infundadas que, direta ou indiretamente, dão suporte à idéia da existência de um ser supremo, criador do universo e da vida, e que acabam sendo, quer queiram, quer não, a base de sustentação das religiões, que tantos males espalham pelo mundo, tal como as vejo. O fato de eu não ser espiritualista não significa que desconheça o assunto. O problema com a espiritualidade é que ela se baseia em emoções subjetivas e crenças cujo objeto colide de frente com importantes achados científicos de nossos tempos. Nesse sentido, orar a um deus, acreditar em milagres ou em vida após a morte, ou em qualquer coisa parecida, não corroborada por sólidas evidências empíricas, pode até ser muito reconfortante, mas não passam, até que se prove o contrário, de crença infundada.

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Autor(es):

jeronimo

Recifense, radicado em Bruxelas desde 1998. Biólogo com doutorado em Ecologia Humana. Apaixonado pela natureza. Defensor da ciência e do uso da razão. Ateu, humanista e secular, vice-presidente da Organização Livres Pensadores. O principal motivo que me leva a escrever artigos sobre ceticismo e ateísmo é poder fazer uso da minha experiência como cientista e cético contribuindo assim para o combate aos males causados pela superstição, pela crença irracional em divindades, o uso da fé dogmática como um guia moral em detrimento ao uso da razão e pela ignorância científica.

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4 Comments

  1. Parece que eu sou um bom comentarista.
    Primeiro gostaria de falar, que acrença na vida apos a morte ou em espiritos por exemplo pode ser uma prova bastante plausivel,pelo simples fato de que ja foi comprovada por grupos de pessoas,em diversas partes do mundo,que viram aparecer e desaparecer seres,movementos ditos sobrenaturais com objetos,e até as chamdas predições ou conhecimentos minuciosos a respeito da vida de alguem fora do seu circulo de relacionamentos.. Enfim,são inumeros os casos…
    (So que para se estudar um fenomeno de natureza diferente do que estamos acostumados pela ciencia oficial,devemos adaptar novos tipos de pesquisas,foi isso o que fez um estudiosso desses casos como Alan Kardec – tudo começou com as ”irmas fox” e as ”mesas girantes” ) Apesar de estes não serem fenomenos novos para a humanidade,bem como o curanderismo sem remedios quimico: mas que sempre existirão em todas as culturas.

    Outro fato é que uma religião bastante antiga está em concordancia com diversos novos pressupostos da ciencia,como o de que materia advem da energia: tais são o Hinduismo e ,principalmente,a Yoga – que a minhalres de anos ja acreditavam em particulas elementares da materia….(Como sera que eles souberam tais coisas?) Sabiam inclusive sobre caracteristicas de planetas do sistema solar que comprovamos hoje – diziam que faziam isso pelas chamdas ”saidas conscientes do corpo”..

    Sei que não posso querer que sejamos todos versados nas bases filosoficas da religião ou da ciencia,mas podemos debater e procurar alcança-las de fato….

    Mas até lá que vivamos nossa vidas como podemos e façamos o que pudermos para criar um mundo melhor para todos.
    Até…

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    • Yuri. Isso nunca foi comprovado. Se houvesse provas, não haveria mais discussão. não acredite em tudo que as opessoas digam que viram, mas sim nas provas que pode ser analizadas. Por favor olhe bem esse video: https://www.youtube.com/watch?v=u6UEgGhn6HQ&feature=player_embedded

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  2. Acontece que infelizmente nos não podemos nos basear somente na ciencia oficial;
    primeiro porque a proposta desse tipo de descobertas das quai citei sobre Yogues por exemplo não é um conhecimento que seja aceito socialmente por um grupo de pessoas de forma a satisfazer todos os padrões de pesquisa. Trata-se realmente de uma ciencia interior e não esterior, e isso é sim,algo bastante subjetivo mas nem por isso inoperante. nos não podemos negligenciar à nossa lógica comum só porque algo não foi provado em laborátorio: sempre existirão seres visionarios em relação à ciencia. Nos não podemos provar tudop o que eles dizem,mas a proposta é que vc prove por si mesmo por meio de determinadas práticas instituidas como a Meditação(o cerne de toda a pesquisa espiritual ou sobrenatural,como se queira chamar).
    O fato é que em culturas variadas que não tiveram a mesma experiencia comum,se registrou os mesmos atos sobrenaturais como as experiencias fora do corpo e outro fatos semelhantes.
    Vou re´petir algo do que ja falei: nós não podemos negligenciar toda a pesquisa cientifica da epoca,devemos adaptar nossas crenças ao que ja provaram,entretanto nos tambem não podemos deixar de considerar a nossa subjetividade como fatort inerente e preponderante à realidade,pois,mesmo,fora da experiencia cientifica do laboratorio nos somos seres não-científicos,vivemos sobrepondo a realidade por nossos conceitos preestabelecidos,não podemos ter o pretexto de ser racionais ,sejamos cientistas ou não.De fato a pesquisa cientifica é um esforço à parte em que nem todos podem logra-lo,porque não tiveram oportunidade de se instruir suficientimente,alguns o fazem ,e isso é ótimo.Mas e os demais deveriam esta a merce de um aparato cientifico para viver com suas opniõs: isso seria tão impossivel como para os cientistas não terem seus dogmas interirores em laboratório…
    Pois bem,as pesquisas as quais chmei de interiores partem basicamente do pressuposto de que vc não pode acreditar piamente no que se está dizendo,mas devo comprovar por si mesmo: tal coisa disse Buda,ou Patanjali.
    Não podemos negar o progresso de consciencias com estrema lucidez psicologica que conseguiram pelo metodo mais puro que se tem para enchergar a realidade : o empirismo da Meditação : não existe nada mais cético do que isso.
    Mas nem por isso nos podemos negar que haja a possibilidade ou deixar de Tentar Por Nós Mesmos.
    Estamo falando de outro tipo de pesquisas,os quais nos não devemos esperar o acompanhamento da ciencia para logra-lo,até porque existe uma barreira cultual no finaciamento e interesse em tais pesquisas(apesar das recentes pesquisas que se fizeram na àrea de meditação)..
    Meditação é basicamente não confiar em seus próprios sentidos ,até que lhe venham as experiencias sobrenaturais e vc deixa de preconceber ou conceber apressadamente a realidade: some a pressa em se conhecer e em realizar;mesma pressa que leva alguns cientistas a tentarem dizer que comprovaram os seus feitos sem o fazerem de fato…

    Os próprios grandes cientistas da ciencia,como einstein,necessitaram de uma especie de estado alterado de conciencia para lograrem certa criatividade e compilar os fatos.

    Existe um cara especialista em viagem astral,do site viagemastral.com que sempre propõe aos amigos céticos a começarem a realizar os exercícos com afinco e é difícil que não sintam nada nem tenha nenhuma experiencia fora do comum,ao longo de meses de treinamento. Cada um é claro que julgue a si mesmo.
    Mas o que devemos fazer de fato é cada um procurar o seu obulo da vida,o que lhe faz feliz e submeter a si mesmo aos seus metodos de pesquisas: nem tudo pode ser comprovado pelos métodos da ciencia oficial.
    O que occore de fato é uma tentativa de uma ditadura pelo doghma do cientificismo.mas infelizmente nos somos seres de consciencia mítica e necessitados de conhecimento para nos sentirmos seguros,mais felizes talvez;
    Não podemos esperar que um conhecimento seja totalmente aceito e institucionalizado pela ciencia para poder especulalo por nos mesmos.
    Do contrario nos nos tornaremos verdadeiras mandas humanas(pesquise sobre ”Normose”) e esqueceremos de que somos livres para pensar e pesquisar.
    Mas o essencial nos dois casos(seja pela ciencia seja pela pesquisa interior subjetiva) é que não podemos aderir a verdadeiros dogmas sobre a realidade e querer que as pessoas acreditem no mesmo que nós.
    (tudo bem que a ciencia comprova muitas coisas mas existe um grande erro em sua bases filosoficas,pois em geral esquece-se delas,como o que se chamou de cinetificismo ou as pesquisas mal orientadas,sem ética).
    Não se pode esquecer que a filosofia,o ideal e esclarecimento filosofico é tão necessário para o inicio de toda a ciencia e pesquisas,quanto para os n~
    ao-cientistas.
    Tem um doutor formado em filosofia da ciencia que tambem é um budista(por assim dizer),opu seja,medita, que escreveu um livro chamdo ”Ciencia Comtemplativa”,este aponta para alguns pontos de vista; e desvanece os mitos cientificos-sociais.
    Sugiro uma breve leitura..
    Sei tambem que nem tudo se aplica À essa pesquisa indivdual como na meditação,existem de fatos muitos dogmas religiossos ou coisas do tipo,mas a proposta é sempre uma contribuição – a ciencia deve sempre ser tratada como um instrumento para a felicidade subjetiva do homem.O homem sendo o fim de toda a experiencia deve ter seu rtespoldo em felicidade e bem estar. E as pesquisas cientificas tem cumprido o seu papel,mas nos descobrimos que não é so o conforto material que nos fazem felizes,precisamos de algo mais: este algo mais seria esse inebriamento interior,pelo desenvolvimento da inteligencia emocional e mais ainda,pra quem medita,da tranpessoal.
    E que assim,seja. Ambos contribuem para o nosso desenvolvimento,não podemos negar… So poqure um tem suas pesquisas pautadas em experiemntos mais materiais e mais plausiveis de se comprovar,não se pode negar o resto..
    As probalidadades de fato são grandes e variadas,mas não podemos negar o que há de comum nas experiencias subjetivas ao longo da historia de civilizaões disitntas para tentar nos orientar um pouco mais.O que seria dos homens sem a historia,que nos ajuda tanto a oprganizar a sociedade.: falta um certo respeito por patrete dos cientistas cquanto a formas de conhecimento que não se consegue lograr. não podemos abter assim a liberdade alheia ou as sua experiencias,isso seria uma ditadura e um erro tremento contra a relfexão…
    Enfim,termino aqui,espero que tenha ‘provado o meu ponto de vista.Nele há algumas coisas que devem ser consideradas,enfim,não o que expliocar mais por agora…
    Até.

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  3. Todos temos a necessidade de provar pra nos mesmo que nos não somos dogmaticos,mas todos somos em nossas bases psicologicas.Fazemos isso e muito no meio social.
    A proposta da meditação não é somente provar por si mesmo,mas limpar tua conscineica de toda a basura,de todo apego as sua proprias crenças,a sua propria Persona: enfim é ir alem da mentalidade copmum que acredita poiamente ou que não compreende nem sabe quais são os ”dogmas” que lhe movem.
    E isso não impedi a ciencia,pelo contraria,facilita.
    São duas coisas diferentes,uma é um Fim em si mesma,a felicidade do homem(Meditação) e a outra é um meio,um conhecimento(ciencia).Mas que se complemenam porque o homem tem essa duas naturezas ,apesar de a primeira,a sua observação,ser a primordial,a única que não dpode,digamos assim,sumir dele..(…)

    Infelizmente ou não,tenho que revelar que sou um propagnadista da meditação,até porque ela é o unico metodo proposta para refinar a sua propria subjetividade: tem uma natureza propria e pura de todo conceito – esta muito alem da mentalidade superficial do homem comum… Por nequanto é so uma proposta,porque o homme precisa de um ideal,mas aos poucos se reveste em realidade para ele. Afinal nada ocorre da noite pro dia,sem se tratando da consciencia humana.

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