Brasil pode ficar fora do ESO

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Por conta do atual cenário econômico do Governo Federal, as parcelas anuais que totalizam R$ 1,2 bilhão de reais até 2021 ainda não foram ratificadas para que o Brasil se torne membro do Observatório Europeu do Sul (ESO). No ano passado, a entrada do país no ESO foi discutida e aprovada e ainda está pendente para aprovação do Governo Federal. O ESO é um dos maiores consórcios astronômicos do mundo e a participação do Brasil abriria grandes portas para professores e alunos realizarem trabalhos científicos na área.

Caça predatória e clima

Um publicação do periódico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) fala sobre como a caça predatória afeta na capacidade da floresta de estocar carbono, agravando os efeitos do aquecimento global. Segundo a pesquisa, a redução ou extinção de população de animais frugívoros (comedores de frutos) de grande porte, como macacos e antas, dificulta a dispersão de sementes de árvores maiores, que capturam maior quantidade de carbono.

Desconhecimento da floresta

Dados mostram que, anualmente, mais de 300 novas espécies de flora são descobertas no Brasil, mas nem metade desse número corresponde a espécies nativas da Floresta Amazônica. A região permanece como uma grande incógnita e corresponde a cerca de 50% do território brasileiro.

Biossensor para câncer

Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) construíram o protótipo de um biossensor que detecta o câncer de pâncreas de forma mais eficiente. O biossensor é formado a partir de polissacarídeos (que é um carboidrato) da casca do camarão, proteínas da semente de feijão-de-porco e uma camada ativa de anticorpos.

Descarte para lixo eletrônico

Mais um projeto da USP possibilitou o descarte adequado a mais de 17 mil eletroeletrônicos como computadores, impressoras, pequenas peças etc. Esses materiais pertenciam a Caixa Econômica Federal e a inciativa recebeu o nome de Descarte Legal.

Criando peixes no espaço

Para descobrir como os astronautas perdem a densidade de seus ossos durante as viagens espaciais, a Nasa criou por 56 dias peixes dentro de um equipamento espacial acoplado a Estação Espacial Internacional. Os peixes são do tipo ‘peixes dourados’ e mostrou que a microgravidade aumenta o número e a atividade dos osteoclastos, células responsáveis por regular a perda natural da densidade óssea.

Jardinagem espacial

A primeira flor nasceu na Estação Espacial Internacional da Nasa. A flor, da espécie Zinnia, nativa dos EUA, nasceu após alguns dias de muitos cuidados e apreensão dos astronautas. Eles estão estudando como as condições de microgravidade podem interferir nos crescimento de plantas. Futuramente, eles precisarão cultivar alimentos durante viagens de longas distâncias como uma viagem para Marte.

 

Yara Laiz Souza, acadêmica de Ciências Biológicas da UEA, manauara. Ex-aluna do IFAM/CMDI, ex-pesquisadora de PIBIC. Escreve sobre ciências para o Amazonas Atual, para a organização Livres Pensadores, para o Núcleo de Pesquisas de Ciências – NUPESC, para o site Ciência e Astronomia e para o site  Universo Racionalista.

Participe da coluna: mandesuapautaprayara@gmail.com

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