[POEMA] A Rendeira

Posted by on out 4, 2015 in Literatura, Poesias | 0 comments

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  A rendeira tece seu laçar Tece tece sem parar Sua vida é essa E a graça da moça Bem feita não confessa Que sua promessa É de casar Na mão uma agulha Mas no fundo se orgulha Do fasto trabalho a terminar A bela renda ela vai usar Pra no casamento mais bela ficar A rendeira feliz prepara o linho Branco, clinic vermelho e vinho Essas são as cores onde o amor vai reinar. Autor: Gregori Fiorini

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[POEMA] Saudade

Posted by on out 4, 2015 in Literatura, Poesias | 0 comments

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Saudade, for sale palavra em português Expressa amor a quem se ama Dor a quem falta Desejo de rever Lembrança inesquecível Que mesmo de longe Faz daquele nunca esquecer Autor: Gregori Fiorini

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[POEMAS] A Velha Janela

Posted by on out 2, 2015 in Literatura, Poesias | 0 comments

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A janela que pobre figura, thumb Tão desbotada sem pintura Mas se serve de consolo muitas figuras a viram Mulheres e homens pra ela sorriram Bem do alto uma bela paisagem vislumbra Pena que hoje é refugada por todos Sem valor nenhum até da desgosto Pra quem hoje olha essa velha janela Nem imagina quantas histórias guarda Nesse pedaço de madeira mofada O tempo passou depressa Mas só se interessa A quem por ela foi amada Autor: Gregori Fiorini

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Em nome de tudo

Posted by on fev 12, 2015 in Artigos, Leitores, Poesias | 0 comments

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Artigo submetido por um leitor do Livres Pensadores. No princípio era o verbo – era nada. Era nada: outras eras desfizeram mais dessas doces mentiras.   Eu sei, você sabe: palavras sempre serviram a nos enganar – claro, em nome de tudo.   Que lindos são nossos livros. Que lindos, nossos ideais.   Quem adivinha as lacunas mata a charada em nome de tudo. Em nome do rei. Em nome da lei. E vamos brincar de forca.   Eric, Iara, Cândido, Marta. Pedro e Paulo, João e Maria… Que nomes nos damos! Que palavras nos condenam? Por que nos danamos? Quanto dura seu nome? – por que duraria? Colônia de corpúsculos, microscópicos cósmicos micróbios renomeando-se ininterruptamente, assustadoramente, reconhecendo-se entre a centelha viva e a vertigem. Ou entre um galope e um golpe. O ótimo agouro e o óbito. Um espelho, uma esperança: e um espectro. Um canto, um cânone, um credo. Uma queda. Quanto dura seu nome? – e quando ele some?   Vocábulo, signo, termo… – que nos importa, afinal? Por que mais palavras aprisionando as palavras?   Uma vez foram grunhidos, alguém se lembra? – e se moldaram. Podemos pensar sem elas? Quem disse? Palimpsestos as guardam, que […]

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Lugar

Posted by on fev 9, 2015 in Artigos, Leitores, Poesias | 0 comments

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Artigo submetido por um leitor do Livres Pensadores. Tua alma… a teu ver eterna-inútil. Tua morte… sonho de renascer absurdo-vão. Teu corpo… lugar que te cabe e não outro.   Deuses-deus… de que te servem?   Rosto dos que te conhecem:… amanhã nada-ninguém. Universo alheio a ti:… quando e sempre lugar-nenhum. Teu futuro… minha ausência: o futuro.   Tua mente… que isto absorve-imagina.   Postado por Perce Polegatto   http://www.percepolegatto.com.br/2012/10/05/lugar/ Artigo submetido por um leitor do Livres Pensadores.

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Álbum

Posted by on fev 6, 2015 in Artigos, Leitores, Poesias | 0 comments

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Artigo submetido por um leitor do Livres Pensadores.   Pó sobre os retratos (não adianta soprar), cheap sépia minando varandas, store jardins intransponíveis. Espessa é a capa do tempo. E tu, rx fantasma extraviado de meu sonho, sempre me apontas escuro em tua lâmina de vidro. Branco – com o que há de sombra. Cinza – com o pó que me mostraste. A tudo o que contas escuto sem medo, sei: mal resta aos que já não são esmolar chances do que já não podem – e não me ocorre nenhuma outra palavra, filho.   Postado por Perce Polegatto   http://www.percepolegatto.com.br/2011/10/29/album/   Artigo submetido por um leitor do Livres Pensadores.

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Cemitério clandestino

Posted by on fev 3, 2015 in Artigos, Leitores, Poesias | 0 comments

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Artigo submetido por um leitor do Livres Pensadores.     Solo que me serve à margem dos que creem. Tu não sabes que me despi. Torno ao cosmo que me era – que sempre tem sido – sem a quimera que mal te atribuem, thumb sem o sonho da alma que me querem.   Postado por Perce Polegatto   http://www.percepolegatto.com.br/2013/07/28/cemiterio-clandestino/   Artigo submetido por um leitor do Livres Pensadores.  

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LUMINÁRIA

Posted by on jan 31, 2015 in Artigos, Leitores, Poesias | 0 comments

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Artigo submetido por um leitor do Livres Pensadores.     Entra o inseto, prescription intui salvar-se pela luz intensa. Entrega-se a morrer sendo mais um e sem saber a verdade. Que mais o anima senão a alma suposta que o é? Que mais sua vida senão seu próprio estado de ser? Inseto talvez de não ter sido e não haver acreditado. De existir e deixar de existir ainda que acreditasse. Inseto de existir e não acreditar. Toca por fim a lâmpada que o pune e não o sabe. Tomba – e não ressuscita.     Postado por Perce Polegatto   http://www.percepolegatto.com.br/2013/05/19/luminaria-2/   Artigo submetido por um leitor do Livres Pensadores.

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Canção de ser

Posted by on jan 29, 2015 in Artigos, Leitores, Literatura, Poesias | 0 comments

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Artigo submetido por um leitor do Livres Pensadores. Cansaço de quem erra em vão. Sépia de retratos nas ruas do Centro Velho. De novo o tilintar de talheres, aroma de cozidos à hora da fome, e é como se os provasse à margem dos que vivem.   Aura da morte no mofo das fachadas, ameaça inerente às coisas que são e têm sido. Torna a chuva a demarcar o tempo, supõe ouvir: é preciso coragem.   Postado por Perce Polegatto   http://www.percepolegatto.com.br/2011/12/29/cancao-de-ser/ Artigo submetido por um leitor do Livres Pensadores.

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Sol ancestral

Posted by on jan 28, 2015 in Artigos, Leitores, Poesias | 0 comments

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Artigo submetido por um leitor do Livres Pensadores.     Não o passado diluviano do Limulus nem o que coube da medusa arqueozoica ao homem do Quaternário. Não a formidável expansão do Cambriano, sale os megassauros do Triássico. … neblina glacial do Plistoceno… Não a civilização com seus códices, thumb a justa nação dos homens livres nem o que por erro fizer-se futuro: o (mesmo) sol me aquece, viagra buy anima e realiza – e o que me espanta é ser isto agora.   Postado por Perce Polegatto   http://www.percepolegatto.com.br/2013/06/08/sol-ancestral/   Artigo submetido por um leitor do Livres Pensadores.  

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SILENCIO

Posted by on jan 24, 2015 in Artigos, Leitores, Poesias | 0 comments

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Artigo submetido por um leitor do Livres Pensadores. Repousas no horizonte além. É primavera amor! Traga-me com paixão! Como lago manso, aparente. Teu ser, turbilhão e ardor!   Cega, embriagada, devastada. Percorro com ânsias teus caminhos, Na caricia de teu olhar em mim!   Sou um sem jardim sem flores. Sem teu calor, teu néctar, teus beijos. O vazio dos dias e das noites desertas Na esperança de ti, no meu alvorecer.   Sopra a brisa das nuvens silenciosas. Ouve-se o eco de suspiros infindos… Vem a noite morna, preguiçosa. As estrelas cintilantes testemunham Teu silencio nas minhas noites tuas.   Tania R.P.Fernandes Artigo submetido por um leitor do Livres Pensadores.

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Carlos Drummond de Andrade, a poesia de uma vida.

Posted by on out 31, 2012 in Artigos, Biografia, Poesias | 2 comments

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Poeta, stomach cronista, hospital contista e tradutor brasileiro. Sua obra traduz a visão de um individualista comprometido com a realidade social. Na poética de Carlos Drummond de Andrade, a expressão pessoal evolui numa linha em que a originalidade e a unidade do projeto se confirmam a cada passo. Ao mesmo tempo, também se assiste à construção de uma obra fiel à tradição literária que reúne a paisagem brasileira à poesia culta ibérica e européia.   Nasceu em Itabira (Minas Gerais), no dia 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade de Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo (Estado do Rio de Janeiro), de onde foi expulso por “insubordinação mental”. De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro. Ante a insistência familiar para que obtivesse um diploma, formou-se em farmácia na cidade de Ouro Preto em 1925. Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde […]

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Ciência e Poesia III – A Dança da Vida…..

Posted by on set 21, 2011 in Artigos, Poesias | 0 comments

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Publicado originalmente no blog Ciência e Astronomia. Autor: André Pretto Haiske Fiz um poema e gostaria de Mostrar para vocês… A Dança da Vida Dentro desse pequeno e pálido ponto azul, generic ocorre o milagre da vida. Desde os pequenos até aos maiores seres, information pills eles participam de uma dança em sincronia, é a chamada dança da vida. Entre os vales e montanhas, florestas e savanas. A vida corre, cresce e prospera, sendo sua fronteira o céu e o mar. Seus oceanos borbulham em vida e diversidade. Baleias, peixes e golfinhos, disputam entre elas, o domínio da vida submersa. O canto dos pássaros agora tem de disputar, com um novo e maligno predador que surge à espreita. Florestas que outrora eram verdejantes, viram asfalto e deserto, como se isso demonstrasse o progresso de sua espécie. A vida continua mesmo que esta espécie, continue se achando o dono desse planeta azul. Mas nós apenas somos seu atual e temporário inquilino. Mesmo depois que esse inquilino se for, os passaros continuarão à cantar, os peixes à nadar e os cavalos à correr. Como se nunca ouvesse uma espécie que em um breve momento de loucura, tentasse destruir a perfeita sincronia desta […]

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Ciência e Poesia II

Posted by on jun 7, 2011 in Artigos, Poesias | 1 comment

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Clique na imagem para ampliar. Canção do dia de sempre Tão bom viver dia a dia… A vida assim, website like this jamais cansa… Viver tão só de momentos Como estas nuvens no céu… E só ganhar, ailment toda a vida, diagnosis Inexperiência… esperança… E a rosa louca dos ventos Presa à copa do chapéu. Nunca dês um nome a um rio: Sempre é outro rio a passar. Nada jamais continua, Tudo vai recomeçar! E sem nenhuma lembrança Das outras vezes perdidas, Atiro a rosa do sonho Nas tuas mãos distraídas… – Mário Quintana Mais sobre esta imagem: GAEA e NASA.

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Ciência e Poesia

Posted by on dez 6, 2010 in Artigos, Crônicas, Poesias | 2 comments

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“There’s no place like home” Ó Estrelas, Sonhos e Gentil Noite; Ó Noite e Estrelas, voltai! E escondam-me dessa luz hostil Que não aquece, mas queima Que seca o sangue dos homens infelizes E bebe lágrimas em vez de orvalho; Deixem-me dormir enquanto o seu reino cega, E só acordar convosco! – Stars de Emily Bronte A fotografia acima foi tirada na International Space Station (ISS – Estação Espacial Internacional), há 350 quilômetros de altitude. Quem aparece espiando através das janelas da Cupola é a astronauta Tracy Caldwell Dyson, que reflete a respeito deste pequeno, frágil e Pálido Ponto Azul. A tal altitude o horizonte da Terra aparece claramente encurvado. Tanto que a ISS orbita a Terra a cada 90 minutos, podendo ser vista por nós daqui do chão em algumas oportunidades como um ponto brilhante de luz, deslizando sobre nossas cabeças, logo após o pôr-do-sol. A foto foi publicada no Astronomy Picture of the Day (APOD) em 15 de novembro de 2010 e pode ser acessada por este link.

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