Filme – “Guerra de Canudos”.

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Gue

Uma família sertaneja se divide quando a filha mais velha, information pills Luíza, viagra se recusa a acompanhar os pais na peregrinação liderada por Antônio Conselheiro. Luíza foge e se torna prostituta, passando a viver de forma independente. Sua família migra para Belo Monte, região de Canudos, onde Antonio Conselheiro e seus fiéis procuram resistir aos ataques dos soldados federais enviados para acabar com o povoado. A situação do Nordeste brasileiro, no final do século XIX, era muito precária. Fome, seca, miséria, violência e abandono político afetavam os nordestinos, principalmente, a população mais carente. Toda essa situação, em conjunto com o fanatismo religioso, desencadeou um grave problema social. Em novembro de 1896, no sertão da Bahia, foi iniciado este conflito civil. Ele teve a duração de quase um ano, até 05 de outubro de 1897, e, devido à força adquirida, o governo da Bahia pediu o apoio da República para conter este movimento formado por fanáticos, jagunços e sertanejos sem emprego.

O beato Conselheiro, homem que passou a ser conhecido logo depois da Proclamação da República, era quem liderava este movimento. Ele acreditava que havia sido enviado por Deus para acabar com as diferenças sociais e também com os pecados republicanos, entre estes, estavam o casamento civil e a cobrança de impostos. Com estas idéias em mente, ele conseguiu reunir um grande número de adeptos que acreditavam que seu líder realmente poderia libertá-los da situação de extrema pobreza na qual se encontravam.

Este é o registro do conflito que se opôs aos soldados do Presidente Prudente de Morais pelos boatos reunidos em torno de Antonio Conselheiro. Luíza lutava contra o povo de seu pai, obrigados a comer qualquer tipo de animal que aparecia em sua frente. Na luta, o marido de Luíza morre, então ela começa a se prostituir para os soldados, até que um deles se apaixona por ela. Luíza se apaixona também pelo soldado e os dois ficam juntos no final após o massacre da guerra.


 

“Guerra de Canudos”

Parte única

 


 

 

star_nice_christmas_xmas_holiday-1969pxResenha

 

Luiza é a personagem principal da história, sua família e todos que estavam no filme ficam como secundários. Há também o antagonista é Antônio Conselheiro e os líderes dos soldados da república.

O filme A Guerra de Canudos narra um episódio triste na história do Brasil que aconteceu no sertão da Bahia, entre 1866- 1897. Esse conflito envolveu a população sertaneja do interior do Nordeste. Neste local surgiu um líder religioso chamado Antônio Vicente Mendes Maciel, o “Conselheiro”, apelido que recebeu pelos sues seguidores.

A princípio, se conhece Luiza e sua família que moravam na Bahia e sofriam com a seca da época; e uma coisa era certa, eles não sabiam o que era República e julgavam a mesma como um “Monstro”, na qual o presidente era Marechal Floriano Peixoto, pois tinham que ceder seus pequenos bens ao governo em forma de impostos. Com essa situação drástica eis que surge a figura do Antônio Conselheiro que junto aos fieis e sues seguidores induzem a família de Luiza que o seguem também, Luiza, porém, não liga para Antônio e seus parentes, fugindo para outro rumo.

Em uma dura caminhada Conselheiro e seus seguidores acabam achando um bom lugar para morar, viver, em 1893, chamaram- o de Belo Monte, o futuro Arraial de Canudos, as margens do rio Vaza- Barris, nas terras de uma antiga fazenda chamada Canudos.

Os discursos e palestras de Antonio cativavam a todos, pois usava as divindades espíritas, Deus e Jesus Cristo. A população era chamada de soldados de Jesus. E os demônios dessa guerra era os republicanos que se denominavam por eles de Anticristo da República. Esse líder religioso criticava abertamente a ordem republicana como ( o casamento civil, as eleições, etc.).

A menina principal da história, Luiza, tinha achado um lugar para morar, mas seu trabalho não era digno, virou rapariga, ou seja, prostituta.

Voltando ao Belo Monte, Antônio professava tipo uma previsão, que haveria 4 fogos na guerra. No dia 3 de março 1897, uma expedição do exército foi massacrada pelos seguidores do Conselheiro. Os líderes da república denominavam os seguidores do mesmo como arruaceiros, que lutavam com foices, enxadas, pedras, pedaços de pau, machado… Nesse primeiro fogo, os soldados da república eram liderados por Antônio Moreira César, que foi morto cruelmente por um dos soldados de Jesus. Os soldados de Canudos se aproveitavam dos soldados mortos da república, para conseguir munições, armas e outros objetos de morte fácil.

A guerra era acompanhada por alguns jornalistas, mas nem tudo o que colocavam em suas reportagens poderiam ser lidos pelos moradores das capitais e regiões próximas.

Alguns soldados tentavam se estabelecer em casas da região, em busca de alimentos. No filme, eles encontram a casa de Arimatéia e Luiza, que no começo ficaram bastante assustados, mas os soldados republicanos falaram que estavam em paz e só queriam o que seu corpo pedia: comida, bebida e repouso. Um dos soldados, Luiz, conta suas idéias um pouco da república, o que ela tem para oferecer e os seus benefícios; Luiza, Arimatéia, e muitas pessoas que não gostavam de Antônio Conselheiro se juntaram a esses soldados republicanos e organizaram um segundo fogo em direção ao Belo Monte. Além disso, veio um grande reforço do Rio de Janeiro para esse segundo ataque.

Segunda expedição ou segundo fogo (12 e 27 de junho de 1897)as lutas cada vez aumentavam, os moradores de Canudos com toda essa Guerra continuavam rezando, sem perder um minuto se quer a fé que tinham em Jesus Cristo. Mas os soldados da republica também fracassaram espetacularmente diante da população de Canudos.

Luiza, Arimatéia e algumas pessoas da região que estavam do lado da republica, inclusive o comandante Luiz não morrerão, mas sabiam que na guerra tudo podia acontecer, e a qualquer hora poderiam deixar de viver. Eles se preparavam para o terceiro fogo. Mas certa vez Arimatéia queria provar que era muito valente e que não tinha medo daqueles cangaceiros, conseguiu matar alguns, só no facão, porém foi morto.

Terceira expedição ou terceiro fogo (13 de julho de 1897)- as condições de vida daqueles soldados tanto de um lado como do outro estavam precárias, sofriam com a fome e o cansaço, além disso, em Canudos só quem poderia comer alguma coisa era os combatentes, os soldados de Cristo, as mulheres rezavam, mas não podiam quase comer e estavam passando por uma situação de extrema magreza.

Os soldados republicanos reagiam de diversas maneiras; estavam já sem munições e esperando que viessem os comboios a fim de recarregar suas armas. Praticamente nesse mesmo período, um dos integrantes da família de Luiza era morto, o Toinho que ela amava muito. Mas sem a mesma saber o que tinha acontecido com seu irmão, ela vai as escondidas ao Belo Monte com a expectativa de rever sua família, encontrou seus familiares que ficam alegríssimos em reencontrar-la.

Luiza ao saber que seu irmão tinha morrido, fica bastante triste e logo tem uma idéia de tirar a família daquele lugar de extrema violência, seu pai não concorda com a idéia da filha e diz que nunca iria trair o tão bom senhor (Conselheiro). Luiza fica com raiva do fanatismo do pai pelo líder religioso e monarquista. Com isso acaba revelando o seu meio de sustento: a prostituição

Fala também que achou um homem muito bom, um dos soldados (Luiz) que disparava a matadeira (arma que matava muitos de uma só vez); com aquelas palavras o pai da moça tem uma atitude banal, de tentar matar a filha com uma faca, porém, o Bom Senhor Conselheiro impede que isso aconteça e Luiza retorna ao seu acampamento republicano.

Como relatado anteriormente, não se podia colocar reportagens que falassem mal do exército republicano. Assim as reportagens lidas nas terras do sul só elogiavam o trabalho das tropas republicanas.

Quarta expedição ou quarto fogo( 13 de julho de 1897)- soldados trazidos de todas as partes do país combatiam Canudos. Os combates prosseguiram durante os meses seguintes, sem que chegassem ao fim da guerra. A situação era muito ruim quase já não havia munição do lado de Canudos, e Antônio Conselheiro já estava chegando ao fim da vida;

Submetido a intenso bombardeio pela artilharia do exercito; o destino de Canudos parecia selado. No entanto a população do arraial continuava firme. Eles achavam preferível morrer ao lado do Conselheiro a prosseguir uma vida miserável e sem futuro.

Em 22 de setembro houve a morte de Antônio Conselheiro que deixava esse mundo; e segundo ele passaria para um planeta de paz e tranqüilidade, despedia-se de tudo e de todos.

A guerra já estava quase no fim, à população de Canudos eram muito pouca, alguns se rendiam, mas não podiam impor qualquer condição; outros em nome de Jesus Cristo lutavam até o final. A mãe de Luiza era uma das que não se rendia e atirava-nos que acabavam fazendo isso; eles na verdade já não aguentavam mais lutar e depois da morte do tão “Bom Senhor” não fazia mais sentido viver. A mãe da jovem moça foi presa e depois morta com um “viva a republica” estampado na sua cara. Luiza tentou impedir esse acontecido, mas nada conseguiu fazer para ajudar a sua mãe.

Nesse período Luiza tenta resgatar a sua irmã e em certo momento, o seu homem, o soldado Luiz jogaria uma dinamite na casa onde ela se escondia, mas a mesma conseguiu reagir e atirou no soldado.

No dia 2 de outubro daquele mesmo ano a guerra chegava ao fim, o pai de Luiza e mais três homens, inclusive um deles um garotinho, ainda ficavam de pé, porém, com uma matadora eles foram mortos.

Luiza e sua irmãzinha foram as que saíram vivas desse lugar e juntas caminharam para alguma região e quem sabe um dia pudesse ser feliz novamente, mais agora em um Brasil republicano.

Em minha opinião o filme A Guerra de Canudos é uma obra extraordinária, que passa ao telespectador: emoção, realidade muito impactante nas cenas de morte.

Gostei muito de ter assistido e de ter declarado o que aprendi sobre o mesmo, porém minha critica é sobre datas e alguns comandantes não citados no filme. Alguns relatos como:

Em novembro de 1896, uma expedição de aproximadamente 100 homens do exército foi massacrada pelos seguidores do Conselheiro. Com esse fracasso, começou o drama da repressão armada.

Segunda expedição (janeiro de 1897) com mais de 500 soldados sob o comando do major Febrônio de Brito, levando metralhadoras e canhões; fracassou no caminho de Canudos.

Quarta expedição ( junho de 1897)- com aproximadamente 15 mil soldados trazidos de todas as partes do país, montou-se um cerco a Canudos. Os combates prosseguiram durante os meses seguintes, sem que chegassem a um termo. Mais tarde partiu do Rio de Janeiro o próprio ministro da Guerra, marechal Bittencourt, com mais de alguns milhares de reforço.

No dia 1 de outubro de 1897, o exercito federal desfechou ao ataque final, fazendo uso de canhões e de dinamites. Quatro dias depois, o arraial tinha sido completamente arrasado: as casas foram incendiadas e sua população foi massacrada. .
E outro relato não citado no filme, foi o que aconteceu com a tropa vitoriosa:

No dia 5 de novembro de 1897, Prudente de Morais foi vítima de um atentado, durante a cerimônia de recepção das tropas vitoriosas que retornavam de Canudos.

Mas eles relataram direitinho como ocorreu de verdade. Em muitos jornais e livros de história descrevem que Antônio Conselheiro era um verdadeiro monstro, por ter seduzido as pessoas a segui-lo em nome da Jesus Cristo a fim de acabar com a República, e deixando com era, (a monarquia); mas a fé do povo era muito grande que

ultrapassava barreiras; Como foi dito no próprio filme os jornalistas não podiam descrever a parte dos soldados de Canudos; Assim quem era grande vitoriosa e bondosa, grandiosa era a “Republica”.

Em fim é um filme que deixou a desejar em alguns fatos, mas bastante bom, pois assim conhecemos a história brasileira. E como todo filme de ficção era necessário criar uma personagem para nortear todo o enredo da história. Luiza assume essa missão e como era de ser prever ela não morre em combate. E um ponto é fato que muitos detalhes da história de Canudos são desconhecidos, pois a história sempre é contada pelos vitoriosos.

Autor: Rosivania


 

 

star_nice_christmas_xmas_holiday-1969px Elenco

 

  • José Wilker – Antônio Conselheiro
  • Cláudia Abreu – Luíza
  • Paulo Betti – Zé Lucena
  • Marieta Severo – Penha
  • Selton Mello – Ten. Luís da Gama
  • José de Abreu – Gen. Arthur Oscar de Andrade Guimarães
  • Roberto Bomtempo – Pedro Martins
  • Tuca Andrada – Arimateia
  • Tonico Pereira – Cel. Antônio Moreira César
  • Dandara Guerra – Tereza
  • Jorge Neves – Toinho
  • Dody Só – Pajeú
  • Eliezer de Almeida – Beatinho
  • Denise Weinberg – Margot
  • Edinaldo Pereira – Zé João

 

 

star_nice_christmas_xmas_holiday-1969pxSobre a Guerra de Canudos

 

A rebelião conhecida como Guerra de Canudos deu-se em virtude da situação precária em que vivia a população, sem terra e obrigada a se submeter aos arroubos dos coronéis. As terras pertenciam aos grandes proprietários rurais – os conhecidos coronéis – que as transformaram em territórios improdutivos. Essa situação revoltou os sertanejos, que se uniram em torno de Antônio Conselheiro, o qual pregava ser um emissário de Deus vindo para abolir as desigualdades sociais e as perversidades da República, como a exigência de se pagar impostos, por exemplo.

Os moradores do arraial acreditavam ser ele um divino mestre, que já praticara até milagres. Antônio Conselheiro fundou o vilarejo denominado Canudos e os sertanejos e suas famílias para lá passaram a migrar. Vários fatores contribuíram para o desenvolvimento de Canudos. O clima seco castigava severamente a região, danificando o plantio de alimentos, secando os diques e matando os animais que não resistiam à falta de água. Os sertanejos também tentavam sobreviver, mas a cada ano milhares morriam de fome e sede. A maneira tão desumana de viver estimulava o surgimento de desordens e agitações sociais, transformando os camponeses em malfeitores que andavam em bandos pelos sertões do Nordeste, fortemente armados, apavorando as populações locais e invadindo as propriedades dos coronéis.

Antônio Conselheiro, entre outros devotos, propagava a salvação da alma e o povo tinha fé que seu messias os ajudariam a sair daquela situação precária. A igreja começou a perder seus fiéis para um falso religioso, na concepção do governo, e assim ele passou a ser malquisto pela Igreja. No ano de 1896, o arraial contava com mais ou menos 20 mil sertanejos que repartiam tudo entre si, negociando o excesso com as cidades vizinhas, adquirindo assim os bens e produtos que não eram gerados no local.

Os habitantes de Canudos precisavam se resguardar e decidiram então organizar milícias armadas, pois era de se esperar uma reação contrária da parte dos coronéis e da Igreja Católica. Enquanto a igreja perdia seus fiéis, os coronéis sentiam-se prejudicados com o constante deslocamento de mão-de-obra para Canudos, que prosperava a olhos vistos. A população abandonou a sociedade republicana convencional, que até então só a alimentara de falsas promessas, e partiu para na direção da nova sociedade que despontava. Mesmo sem nenhuma garantia, pois não havia falsas promessas, o que era mais honesto. Os padres e coronéis coagiram o governador da Bahia a tomar providências urgentes, eles queriam que o governo desse fim a Canudos. Os jornalistas e intelectuais também eram contra os moradores do arraial, pois entendiam que os mesmos desejavam a volta da monarquia, algo totalmente fora de propósito.

A Destruição de Canudos

Foram instituídas três empreitadas militares, que foram vencidas pelos seguidores de Antônio Conselheiro. Em virtude de tamanha dificuldade, o Governo Federal assumiu o comando. A quarta expedição foi organizada pelo então ministro da Guerra, Carlos Bittencourt, o qual recrutou cerca de 10 mil homens que, comandados pelo general Artur Costa, apoderaram-se de Canudos e promoveram um terrível massacre, no qual muita gente inocente morreu, principalmente idosos e crianças, que só buscavam uma melhor qualidade de vida. A Comunidade de Canudos foi arrasada no dia 05 de outubro de 1897, entrando para a história como o palco do mais intenso massacre já presenciado na história.

 

 

 


 

star_nice_christmas_xmas_holiday-1969pxCuriosidades

 

1. O cearense Antônio Vicente Mendes Maciel (1830-1897), professor primário, comerciante e advogado, sofreu uma grande decepção que mudou sua vida. Sua mulher, Brasilina, fugiu de casa com outro homem. A partir daí, ele iniciou uma perambulação pelo sertão, reformando igrejas e cemitérios, e anunciando a salvação de pobres e humildes. Ganhou primeiro o apelido de Antônio dos Mares e, depois, de Antônio Conselheiro. Pelo caminho, arregimentou uma série de seguidores fanáticos e montou um arraial chamado Belo Monte, em Canudos, numa fazenda abandonada do sertão da Bahia. A Igreja Católica não aprovava seu comportamento.


2. Quando a República foi proclamada, Antônio Conselheiro posicionou-se contra a separação entre Estado e Igreja, e desaprovou a criação do casamento civil. Por isso, passou a defender a volta da Monarquia. O arraial de Canudos foi, então, considerado uma ameaça à República e um reduto de desordeiros. O governo baiano enviou três expedições entre 1896 e 1897 para acabar com o arraial. Todas foram derrotadas. A primeira tinha 104 homens; a segunda, 550, e a terceira, 1.300. Foi aí que o governo federal entrou em ação. Mandou 5 mil soldados de 17 estados brasileiros e artilharia pesada para o local. Conselheiro morreu em 22 de setembro por razões jamais reveladas. Alguns historiadores dizem que ele teve uma crise de disenteria muito forte. Outros asseguram que sua morte foi causada por complicações decorrentes de um ferimento. O Exército liquidou Canudos no dia 5 de outubro. Em um ano, calcula-se que a Guerra dos Canudos contabilizou 15 mil mortos.


3. Para acabar com Canudos, o governo usou até um canhão Withworth, de 32 milímetros. Era uma geringonça de 1,7 tonelada, que precisava de 40 bois para ser puxado. Os sertanejos apelidaram o canhão de Matadeira.


4. No dia 6 de outubro, os soldados descobriram o local em que Antônio Conselheiro havia sido enterrado. Tiraram o corpo da cova, fizeram algumas fotos e cortaram sua cabeça. Ela foi levada até Salvador para ser estudada. O crânio ficou guardado na Faculdade de Medicina da Bahia até 1905, quando um incêndio destruiu tudo.


5. O jornalista e engenheiro Euclides da Cunha cobriu a Guerra de Canudos como correspondente do jornal “O Estado de S. Paulo”. Ele anunciou a guerra como um massacre. As reportagens deram origem ao seu livro mais famoso, “Os sertões”, publicado em 1902.


6. O local em que Canudos se instalou foi alagado pelo Açude de Cocorobó em 1969. A atual cidade de Canudos fica a 10 quilômetros de distância da original.


7. O nome do arraial de Canudos surgiu do hábito dos habitantes de fumar cachimbo. Esse cachimbo era feito a partir de uma planta muito comum na região, chamada Canudo.


8. A primeira favela do Brasil teve origem na Guerra dos Canudos. Ela foi construída no Morro da Providência, no Rio de Janeiro, por soldados que haviam lutado contra o grupo de Antonio Conselheiro. O governo havia prometido casas aos soldados vitoriosos, mas, como a promessa demorou a ser cumprida, eles improvisaram suas moradias ao longo do morro. Como lembrava o Morro da Favela, na região de Canudos, o local ganhou esse apelido. Sobre a promessa do governo? Nunca foi cumprida.


9. O livro “Os Sertões”, de Euclides da Cunha, sobre o massacre da Guerra de Canudos, inspirou Mario Vargas Llosa a escrever o romance “A Guerra do Fim do Mundo”, de 1980.


10. O exército federal registrou ter contado 5.200 casebres no arraial devastado de Canudos.

 

star_nice_christmas_xmas_holiday-1969pxDocumentário “Sertão, Sertões”

Parte única

 


 

Filme - "Guerra de Canudos"., 7.8 out of 10 based on 12 ratings

Autor(es):

Gregori

Sou nato da cidade de Fortaleza no estado nordestino do Ceará, filho de pais professores, neto de imigrantes italianos e admirador do físico Albert Einstein, desde pequeno sonhava em ser cientista, incentivava os colegas ao mesmo, pesquisava teorias cientificas que explicassem o mundo que nos cerca, a gravidade, as moléculas, a energia, tudo me fascinava... Sempre muito curioso, "bulia" nos objetos a fim de descobrir como tais funcionavam (e quase sempre quebrava-os). Amante de computadores desde 1996, aprendi que essa ferramenta me oferecia oportunidades únicas de aprendizado, o primeiro contato com internet ocorreu em fevereiro de 1999 e guardo na lembrança esse momento, escutava os sons nada harmônicos da conexão 56kbps esperando pelo milagre da "janela colorida", como assim chamava a página de internet; nesse mesmo ano fiz primeira eucaristia no Colégio Santa Cecília, tradicional católico, onde estudava, boas e inesquecíveis lembranças; a eucaristia era quase uma obrigação familiar, saudoso avô (e padrinho) era católico fervoroso, contudo, meu interesse para tal era nulo e por consequência nunca decorei as "benditas" rezas, conclusão: a professora quase me reprovou! O tempo passou e sai desse colégio, indo para de ensino evangélico, onde a religião não era tão enraizada na mentalidade dos profissionais que ali trabalhavam, nesse ambiente fui líder de grupos e fiz parte do editorial do jornal da escola, e assim conheci principal habilidade: a criatividade, promovendo muito das exposições realizadas pela instituição, tive oportunidade de visitar emissoras de T.V. e jornais locais, finalizei o curso alguns anos depois; atualmente estudo Audiovisual e Novas Mídias na Unifor. Esportista radical, cineasta, escritor e poeta; enfim, aqui terão a oportunidade de melhor conhecer-me, um jovem que coleciona belas histórias.

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  1. Baixar o Filme – Guerra dos Canudos – A história de Antônio Conselheiro e seus seguidores contra a República, que acabara de ser proclamada – http://mcaf.ee/2kvdw

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