Jovens precisam de R$ 19 mil para apresentar projeto inovador nos EUA

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Estudantes da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) modificaram geneticamente uma bactéria para a extração de mercúrio da água. A região amazônica é muito contaminada com o mercúrio, que tem sérias complicações para os seres humanos. Os jovens precisam de R$ 19 mil para apresentar o projeto na Competição Internacional de Máquinas Geneticamente Modificadas (iGEM). Eles fizeram uma campanha na internet para conseguirem arrecadações. Veja mais clicando aqui. 

Debate sobre construção de hidrelétricas

Pesquisadores de várias partes do mundo, incluindo brasileiros, publicaram artigo no periódico Biodiversity and Conservation sobre os perigos da construção de novas hidrelétricas na Amazônia. Eles colocam, como solução, a construção de alternativas interessantes como placas de energia solar e exploração da energia eólica, além da construção de hidrelétricas menores nas partes mais baixas dos grandes afluentes dos rios.

Dinâmica das florestas de várzea

Pesquisadores do Instituto Mamirauá conseguiram entender melhor como funciona a dinâmica das florestas de várzea na Amazônia. As análises dizem respeito às transformações na ecologia da floresta de várzea usando comparação de dados dos ambientes de várzea alta e baixa para melhorar e ampliar o conhecimento sobre a Floresta Amazônica e sua biodiversidade.

Aluna em universidade alemã

Com um currículo invejável, a aluna Emmanuelle Moraes Ribeiro foi aprovada no mestrado de uma das 12 melhores universidades da Alemanha, a Universidade de Tubingen. A aluna é estudante de Farmácia do Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia (ICET) de Itacoatiara, interior do Amazonas.

Anã branca com atmosfera de oxigênio

Pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em parceria com a Universidade de Kiel, na Alemanha, identificaram uma anã branca com sua atmosfera feita de oxigênio. Anã branca é uma estrela bem menor que as comuns e com um brilho também bem menor. Comumente, anãs brancas possuem hidrogênio e hélio e a descoberta dessa como oxigênio é algo inédito.

 

Yara Laiz Souza, acadêmica de Ciências Biológicas da UEA, manauara. Ex-aluna do IFAM/CMDI, ex-pesquisadora de PIBIC. Escreve sobre ciências para o Amazonas Atual, para a organização Livres Pensadores, para o Núcleo de Pesquisas de Ciências – NUPESC, para o site Ciência e Astronomia e para o site  Universo Racionalista.

Participe da coluna: mandesuapautaprayara@gmail.com

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