Precisamos conversar sobre a edição gênica

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)

0,,69780494,00

2015 não poderia terminar sem mais um burburinho no mundo da Biologia: depois que pesquisadores asiáticos conseguiram modificar os genes de um embrião humano, cientistas conseguiram modificar o gene que caracteriza a doença hemofilia B, que causa sangramentos horríveis tanto dentro quanto foram do corpo. O método usado foi o CRISPR-Cas9, o mesmo usado pelos asiáticos, para atingir a façanha.

O quê preocupa?

A sociedade científica têm se mostrado cética e irredutível sobre usar para valer essa técnica para tratamentos em humanos. Os métodos incluem a retirada de uma célula do paciente e sua reintrodução posteriormente já modificada. O problema é que isso modifica diretamente o DNA geral da pessoa, podendo acarretar em mais problemas no futuro. Além disso, isso não é algo nada acessível. O que precisa ser colocado em pauta é até aonde as técnicas de edição gênica são uma boa ideia e não uma mera curiosidade científica que pode se transformar em uma catástrofe.

Pioneiro

O aluno da Escola Estadual Benjamin Magalhães Brandão, em Manaus, fabricou o primeiro óculos de realidade virtual com fibra de carbono. A ideia contou com o apoio do Fundo de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM). Segundo ele, para utilizar os óculos, é necessário um aparelho smatphone e baixar um aplicativo. Depois, é só encaixar o aparelho dos óculos e iniciar a experiência.

Ideia simples

Alunos da Escola Estadual Professora Maria Belém, no município de Barreirinha, interior do Amazonas, estão usando alho e água para combater uma praga que atinge plantações de couve. A ideia é patrocinada pela Fapeam e é um inseticida botânico, que é menos agressivo ao meio ambiente.

Tamanho dos peixes

Uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) mostra que o desmatamento na Amazônia, em virtude da expansão agrícola, influencia no tamanho dos peixes dos rios. Foram coletados 4 mil peixes de 36 espécies das cabeceiras do Rio Xingu. O trabalho inicial era avaliar o impacto das construções de barragens e do desmatamento sobre a fauna de peixes.

Como as cobras perderam as pernas?

Um crânio de 90 milhões de anos, pertencente a um réptil, está ajudando a elucidar um mistério da Biologia: como as cobras perderam as suas penas? A reposta está na alimentação: a atividade de caça em tocas foi primordial para o atrofiamento das pernas e para a conformidade atual das cobras.

Yara Laiz Souza, acadêmica de Ciências Biológicas da UEA, manauara. Ex-aluna do IFAM/CMDI, ex-pesquisadora de PIBIC. Escreve sobre ciências para o Amazonas Atual, para a organização Livres Pensadores e para o Núcleo de Pesquisas de Ciências – NUPESC e para o site Ciência e Astronomia.

Participe da coluna: mandesuapautaprayara@gmail.com

Sigam-nos nas redes sociais:  Facebook e Instagram

 

 

Autor(es):

Leave a Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Time limit is exhausted. Please reload CAPTCHA.

ChatClick here to chat!+