Resenha Scientific #10: novembro de 2015

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Oi, você que tá vendo o ano acabar e tá começando a se desesperar queridos leitores!

Poxa, que rápido, hein? Lá vamos nós para a resenha da edição de novembro, que traz na capa um assunto interessante: Chips evitam testes com animais. Essa é uma pauta que precisa ser amplamente debatida cada vez mais pesquisada. Vale lembrar que a revista já está disponível em todo o Brasil e custa R$ 13,90.

Artigo de capa – Chips salvam bichos de testes (página 26)

Segundo a nova portaria da Anvisa, até 2019, 17 tipos de testes utilizando animais irão cessar e ser substituídos por métodos alternativos. Há um certo tempo, alguns pesquisadores vêm tentando encontrar novos métodos mais eficientes. Um deles é o Human on a chip, que simula órgãos e funções biológicas humanas. Essa técnica substitui totalmente os testes em animais, além de conferir um resultado até muito mais certeiros que os métodos convencionais.

Série especial: Os desafios da Big Science (página 33)

Essa é uma série especial de textos da equipe da Sciam que tratam da Big Science. Big Scienceé quando você investe, absurdamente, em apenas um determinado segmento da ciência e começa a promover isso como uma coisa muito importante – quando, sabemos, que todos os segmentos da ciência tem a sua importância e precisam andar juntas. Isso mostra o quanto a junção de ciência e sociedade pode ser perigosa.

Neuros em guerra (página 34 – texto da série especial)

Um estudo de simulação do cérebro humano está em total desordem após dois anos de intensos trabalhos e investimento pesado – UU$ 1 bilhão, até agora. O que deu errado em tudo isso? Seria apenas um projeto mal administrado ou um efeito gritante da Big Science? Alguns críticos dizem que a culpa é das metas muito ambiciosas e quase impossíveis. Porém, alguns dos culpados pelo fiasco são os próprios financiadores, que colocaram a política a frente da ciência.

Mais evidências, menos pobreza (página 42 – texto da série especial)

Cientistas sociais chegaram a conclusão de que: doação de dinheiro para projetos sociais as vezes não são boas ideias. Muitas vezes, numa sociedade adepta da Big Science, esses projetos não dão certo. Assim, a Ciência Social está de debruçando para desvendar o que dá e o que não dá certo nesses projetos, buscando transformar a filantropia em ciência e em uma coisa que realmente funcione.

Antídotos contra homicídios (página 46- texto da série especial)

Um dos grandes problemas dos tempos modernos é a violência. E as violências seguidas de mortes são as mais preocupantes. Um dos métodos utilizados é a chamada abordagem epidemiológica. Esse método reduziu, em três anos, de 124 para 86 homicídios para cada 100 mil habitantes na Colômbia. O método foi desenvolvido por um pesquisador Ph.D em epidemiologia que utilizou a estatística usada em saúde pública para descobrir as causas dos homicídios e traçar soluções.

O gene da gordura (página 52)

A obesidade de hoje pode ser o reflexo de mutações gênicas que ocorreram em primatas. Durante um período de mudanças ambientais, uma mutação chamada uricase ajudou a converter o açúcar das frutas em gordura, ajudando-os a sobreviver. Porém, essa mutação persistiu moldando os humanos de hoje, com pessoas cada vez mais propensas a obesidade e diabetes. Resultados de pesquisas mostram que devemos consumir cada vez menos frutose para combater o sobrepeso cada vez mais evidente na sociedade.

Estrelas dos mortos (página 59)

Algumas tabelas astronômicas foram encontradas em sarcófagos milenares. Tentar desvendar as informações dessas tabelas tem sido um desafio. Algumas pesquisas sugerem que essas tabelas serviram como um mapa para nortear os rumos dos mortos rumo a uma nova existência em meio às estrelas e outros mundos.

 

Por hoje, é só. Mês que vem, tem mais!

 

Yara Laiz Souza, acadêmica de Ciências Biológicas da UEA, manauara. Ex-aluna do IFAM/CMDI, ex-pesquisadora de PIBIC. Escreve sobre ciências para o Amazonas Atual, para a organização Livres Pensadores e para o Núcleo de Pesquisas de Ciências – NUPESC e para o site Ciência e Astronomia.

Participe da coluna: mandesuapautaprayara@gmail.com

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