Resenha Scientific #6: Julho de 2015

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Oi, help você que tá de férias e super de boa queridos leitores! A resenha desse mês tem uma novidade: a Scientific American reconheceu e elogiou o trabalho com as resenhas e com a coluna de divulgação científica Ciência em Pauta na edição desse mês da revista. Ambas as atividades são feitas por mim e eu fiquei muito agradecida, approved de verdade! Mais um combustível para seguir com esses trabalhos.

Falando na edição desse mês, a capa traz O espantoso cérebro adolescente mostrando o quão intrincado e curioso são os adolescentes atuais. A edição já está disponível em todo o Brasil e custa R$ 12,90.

Avanços – Matéria escura dá uma pista (página 11)

O aglomerado Abell 3827 deu uma pista intrigante sobre a matéria negra, que circunda quatro galáxias em colisão nesse aglomerado: a matéria escura nesse local está mais lenta que a matéria comum, o que indica que as partículas delas estão interagindo umas com as outras. Essa atividade é extremamente nova e animou pesquisadores ao redor do mundo

Avanços – Discos voadores para Marte (página 13)

O Desacelerador Supersônico de Baixa Densidade (LDSD) foi testada em junho pela Nasa. O LDSD tem um formato de ‘nave espacial’ e é um disco inflável de seis metros de diâmetro que alcança velocidades supersônicas. A ideia é criar um método para levar humanos a Marte sem grandes problemas, sendo que um dos maiores é o pouso no planeta.

Artigo de capa – O incrível cérebro adolescente (página 29)

Ao contrário do que imaginava, o cérebro adolescente não é um órgão imaturo, mas sim propenso a muitas mutações e mudanças repentinas, o tornando grandemente excepcional – e perigoso. As últimas pesquisas apontam que um maior conhecimento do cérebro adolescente pode ajudar a sociedade e as famílias a conviverem com eles. Apesar do seu amadurecimento em formas diferentes nas redes neurais, o cérebro adolescente tem grandes atividades de cognição e adaptação, algo não muito observável nos adultos.

Toda a luz que sempre existiu (página 35)

Depois de muito tempo de pesquisas e debates, a Luz Extragalática de Fundo (EBL) começa a ser elucidada pelos cientistas. Sabemos que, apesar do céu noturno ser escuro, as galáxias emitem fótons (partículas de luz) desde o início. Astrônomos conseguiram medir toda essa luz, conseguindo um registro da história do universo.

Células em chamas (página 41)

Os inflamassomos são formados pelas células para desencadear processos de inflamações. Muito surpreendentemente, algumas doenças como Alzheimer e doenças do coração, tem os mesmos inflamassomos. Cientistas esperam poder emprega essa novidade em novas drogas para tratar doenças crônicas diversas.

Animais em rede (página 47)

As redes sociais não estão presentes só na vida dos humanos. Diversas espécies animais apresentam comportamentos ditados pelas redes sociais em que convivem. Uma das vantagens dos indivíduos que fazem amizades influentes são oportunidades de acasalamento e habilidade em técnicas de sobrevivência.

O nascimento de um foguete (página 52)

Os EUA se envolveram em uma polêmica ao começar a construir seu próprio foguete, o Sistema de Lançamento Espacial (SLS). O programa tem sido taxado de ‘foguete para lugar nenhum’, uma vez que o país abandonou o Constellation, da Nasa, para embarcar no que parece ser um programa congressista sem missão ou utilidade alguma.

O misterioso caso 0425 (página 62)

Imigrantes mortos na fronteira entre os EUA e o México estão sendo identificados. Tais mortos foram colocados em valas comuns como parte do retrato do aumento das mortes de imigrantes ilegais no Texas, lugar que abriga os maiores índices. Pesquisadores forenses se debruçam na identificação dos corpos, atividade que desafia a ciência.

Destruidor da dengue (página 68)

Pesquisadores estão conseguindo imunizar mosquitos Aedes aegypti contra a dengue usando uma bactéria comum. Essa ideia aparentemente simples pode ajudar – e muito – a diminuir o número de casos da doença no mundo. A bactéria impede que o vírus se reproduza dentro do mosquito, fazendo do vetor o maior combatente da doença.

Robótica evolutiva (página 75)

Cientistas acreditam que a mesma seleção natural, que foi aplicada a natureza, possa agir nas máquinas. A intenção é criar robôs adaptados ao ambiente, deixando totalmente o acaso e a criatividade agirem.

Termino a resenha desse mês com o registro da minha participação na revista. É um pequeno passo, mas, quem sabe, não acontece mais coisas legais?

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Por hoje, é só. Mês que vem, tem mais  😀

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Resenha Scientific #6: Julho de 2015, 10.0 out of 10 based on 1 rating

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2 Comments

  1. oi , yara , queria primeiramente te continuabenizar (é tipo parabenizar, so q parabenizar tem ‘para’ no meio entao fica “contiua “), e te avisar que o preço da revista agora eh de 13, 90 R$, faz um tempo ja que mudou.

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    • so descobri o site atraves do anuncio deste mes.
      Vc pretende colocar a resenha de alguma ediçao anterior?

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