Resenha Scientific 8#: Setembro de 2015

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Oi, ask você que faz aniversário em setembro que nem eu, queridos leitores!

A capa desse mês está digna de jogos de RPG. A edição número 160 traz Como conquistamos o Planeta, ótimos para os paleontólogos de plantão ou para os biólogos que gostam de evolução, como eu. A revista já está disponível em todo o Brasil e custa R$ 13,90.

Vale salientar que a revista está passando por algumas mudanças editoriais; quem compra há mais tempo, como eu, notou diversas diferenças. Mas, relaxemos e vamos aproveitar o que a Scientific American tem de melhor: o seu conteúdo.

Artigo de capa – A espécie mais invasiva de todas (página 26)

Outras espécies de hominídeos passaram pela Terra, mas apenas o Homo sapiens conquistou os quatro cantos do planeta. Por onde passou, mudanças ambientais aconteceram e as outras espécies hominídeas foram extintas. Pesquisadores, agora, trabalham com duas linhas de pensamento para tal façanha: a primeira é a propensão genética para cooperar; a segunda, é a capacidade de construir armas de arremesso. Dessa forma, a conquista do mundo foi fácil e certeiro.

Procurando Jupiteres (página 36)

Uma verdadeira competição anda tirando o sono de cientistas ao redor do mundo. O objetivo: conseguir o maior número possível de imagens de Jupiteres espelhados pelo Universo. Sabemos que a presença de gigantes gasosos, como o nosso Jupiter, é a peça fundamental para a formação de sistemas planetários semelhantes ao nosso sistema. Ferramentas poderosas, como o Imageador de Planetas Gemini (GPI, em inglês), servem para dar mais gás à corrida astronômica, que enchem nossos olhos com belas imagens.

Perda auditiva oculta (página 43)

Convencionalmente, estávamos acostumados a pensar que barulhos ou ruídos muito altos deixam nossos ouvidos “zunindo” ou “abafados”, mas que logo de recuperavam. Agora, segundo pesquisas na área, sons do dia a dia como britadeiras, shows, buzinas etc. podem causar danos irreparáveis para a audição e de uma forma muito oculta, imperceptível até. A meta dos estudiosos é entender a velocidade desses danos e como podemos conscientizar e até mesmo tentar tratar tais problemas.

Mudança de estado (página 49)

Não são só as cidades brasileiras que tem sofrido com o problema da seca. A Califórnia tem sofrido consequências drásticas. O Lago Oroville, após três anos da pior seca na registrada na história do local, apresentava em 2014 32% da sua capacidade, um dado assustador. Com isso, todo o Estado está mudando: árvores estão secando, sendo substituídas por árvores menores e menos desenvolvidas. Até mesmo as sequoias podem estar correndo um sério risco. A projeção é de que a Califórnia se transforme num Arizona, mesmo que a esperança ainda tente resistir entre os pesquisadores.

Uma nova visão para exames (página 57)

Não é difícil encontrar alguém que critique os métodos de avaliação das escolas atuais. Para alguns especialistas, os exames (ou provas) criam ansiedades e mechem muito com o psicológico dos alunos, deixando o aprendizado desastroso e nada saudável. O teste feito do modo correto pode ser mais proveitoso e saudável, segundo pesquisas cognitivas. A meta é não transformar cada vez mais as escolas em máquinas de exames e de aprendizagem decorada, coisas que marcam seriamente os alunos.

No Céu do mês, a grande expectativa é para o eclipse total da lua, evento que poderá ser visto em todo o Brasil no dia 27 desse mês.

Por esse mês, é só. Até breve!

 

Yara Laiz Souza, acadêmica de Ciências Biológicas da UEA, manauara. Ex-aluna do IFAM/CMDI,
ex-pesquisadora de PIBIC. Escreve sobre ciências para o Amazonas Atual, para a organização Livres Pensadores e para o Núcleo de Pesquisas de Ciências - NUPESC.
Participe da coluna: mandesuapautaprayara@gmail.com
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