Ondas gravitacionais: entenda a descoberta

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ondas gravitacionais

Encha sua pia de água, cheapest tampando o ralo. Passe o dedo rapidamente e observe pequenas ondas se formarem. Quando um objeto com massa muito – mas muito – grande e pesado se move no espaço, cost causa a mesma coisa. Isso são as ondas gravitacionais. Elas foram previstas há 100 anos por Albert Einstein e confirmadas essa semana por pesquisadores que operam o LIGO, um projeto feito especialmente para caçar as ondas gravitacionais. Essas ondas guardam a origem das coisas que a formam. As ondas detectadas pelos pesquisadores resultaram do choque entre dois buracos negros, que formaram outro buraco negro maior ainda. Essas ondas não alteram em nada o nosso dia a dia – são infimamente pequenas -, mas vão jogar uma luz sob assuntos como os próprios buracos negros, o big bang etc.

Só faltava essa

De todo o trabalho de Einstein, esse era o único ponto que ainda precisava ser confirmado. Einstein provou ser um gênio completo e, agora, seu trabalho será usado integralmente para fazer a Astronomia caminhar cada vez mais longe.

Oito milhões de pessoas

Uma parceria entre a Universidade de São Paulo (USP) com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) mostrou que, durante o período colonial, cerca de oito milhões de pessoas viviam na região amazônica antes da chegada dos portugueses. O professor e arqueólogo Eduardo Neves diz que “Na Amazônia o difícil não é achar um sítio arqueológico, mas é saber o que fazer com ele”, mostrando que a ampla ocupação da Amazônia resulta em grandes achados arqueológicos. Grande parte dessas pessoas morreram ao contraírem doenças trazidas pelos europeus.

Bloqueio de transmissão

Henrique Silveira, através da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEM), pretende caracterizar a resposta dada pelos mosquitos transmissores da malária para, assim, bloquear a doença em humanos. Ele pretende fazer isso estudando a interação do mosquito com o vírus e, assim, criar mecanismos para controlar a infecção.

Zika e microcefalia

Pesquisadores do Centro Médico Universitário de Ljuljana, na Eslovênia, encontraram um número grande de Zika vírus no cérebro de um feto com microcefalia. Esses vírus estavam dentro dos neurônios do feto e, além disso, uma placa de cálcio estava crescendo no seu córtex. A mulher europeia, que estava grávida do feto, contraiu a doença no Brasil e engravidou logo depois.

Acidez de lua

Encélado, uma das luas de Saturno e grande candidata a abrigar vida em seu interior, teve sua acidez medida. E ela equivale a um copo de água com sabão. A medição foi feita através de uma pesquisa financiada pela Nasa e deixou astrônomos surpreendidos.

Yara Laiz Souza, acadêmica de Ciências Biológicas da UEA, manauara. Ex-aluna do IFAM/CMDI, ex-pesquisadora de PIBIC. Escreve sobre ciências para o Amazonas Atual, para a organização Livres Pensadores, para o Núcleo de Pesquisas de Ciências – NUPESC, para o site Ciência e Astronomia e para o site  Universo Racionalista.

Participe da coluna: mandesuapautaprayara@gmail.com

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